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20 de Setembro de 2018
Brasil

Saiba como reduzir a incidência de plantas daninhas que afetam a produtividade das lavouras

As perdas provocadas pela incidência de plantas daninhas podem causar reduções que variam conforme a intensidade, época de ocorrência e espécie. As invasoras, como a buva e o capim-amargoso, são plantas de difícil controle e altamente prejudiciais ao desenvolvimento dos cultivos, pois são muito agressivas e competem por água, luz, nutrientes e espaço. Também reduzem a qualidade dos grãos, provocam maturação desuniforme, dificultam o processo de colheita e servem de hospedeiras para pragas e doenças.

“Na soja, se não forem controladas, as perdas de produtividade podem superar 80%, principalmente se ocorrerem no estágio inicial do desenvolvimento da cultura. É importante que os agricultores pensem no sistema produtivo como um todo e utilizem todas as ferramentas que envolvam boas práticas agrícolas durante o ano todo. Dessa forma, terão um manejo eficiente sem perder produtividade e qualidade”, destaca Sérgio Zambon, gerente sênior de Desenvolvimento Técnico da BASF.

Principais dicas para o controle de plantas daninhas nas lavouras:

Manejo químico - O uso de herbicida é uma importante ferramenta de controle. Para um manejo mais eficiente, o agricultor deve utilizar os produtos de forma rotacionada com diferentes mecanismos de ação associados a outras práticas culturais que favoreçam o desenvolvimento e potencial produtivo das culturas.

Qualidade de aplicação - Para ter um controle mais efetivo é importante que o agricultor utilize equipamentos que permitam que o produto utilizado atinja o alvo desejado de forma assertiva. Certifique-se que as pontas dos pulverizadores estão em bom estado, respeite as dosagens e a taxa de aplicação adequada para cada estágio da cultura.

Condições climáticas - As plantas daninhas são influenciadas diretamente por fatores climáticos. Por exemplo, invernos mais úmidos e menos rigorosos são mais favoráveis para o aumento da população das plantas daninhas que devem ser controladas antes, durante e após a semeadura da soja.

Rotação de culturas - A rotação de culturas contribui para que algumas plantas daninhas não se tornem resistentes a um determinado herbicida. O ponto chave do manejo de plantas daninhas em rotação de culturas é a semeadura direta sobre a palhada da cultura anterior. Isso porque o não revolvimento do solo faz com que as sementes de plantas daninhas não sejam expostas a superfície, permanecendo em profundidade, não permitindo que algumas espécies germinem.

Cobertura morta sobre o solo - O uso de cobertura morta como palhada ajuda a reduzir a germinação de plantas daninhas que necessitam de radiação solar direta para iniciar o seu desenvolvimento.

31º Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas

A BASF participou do 31º Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas que ocorreu no Rio de Janeiro/RJ e reuniu pesquisadores e consultores para discutir os desafios e perspectivas do setor. A empresa apresentou dois novos herbicidas para o manejo de plantas daninhas de difícil controle: Atectra® para controle da buva e AmplexusTM para o manejo do capim-amargoso.

De acordo com Donizete Fornarolli, engenheiro agrônomo e professor na Unifil, é muito importante conhecer o histórico da área, as espécies que são frequentes, a densidade delas e se há biótipos resistentes a herbicidas. Essas práticas auxiliam na  definição do manejo que será realizado, tanto durante a safra, quanto na entressafra, a fim de fazer um planejamento que visa ser eficiente e mais sustentável.

Prezado jornalista, favor contatar a BASF, por meio de sua área da Comunicação Corporativa, em caso de informações sobre os produtos e sua correta aplicação. Uso exclusivamente agrícola. Aplique somente as doses recomendadas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos. Incluir outros métodos de controle do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados. Os produtos Atectra® e AmplexusTM estão devidamente registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob os números: 04916 e 08298.

BASF na Agricultura. Juntos pelo seu Legado.

Sobre a Divisão de Soluções para Agricultura da BASF

Com uma população em rápido crescimento, o mundo está cada vez mais dependente da nossa capacidade de desenvolver e manter uma agricultura sustentável e ambientes saudáveis. Trabalhando com agricultores, profissionais da agricultura, especialistas no controle de doenças, insetos, plantas daninhas e outras pragas, é o nosso papel ajudar a tornar isso possível. É por isso que investimos em P&D e em um amplo portfólio, que inclui sementes e traits, proteção química e biológica de cultivos, manejo do solo, saúde das plantas, controle de pragas urbanas e rurais, além de soluções digitais. Com equipes de especialistas em nossos laboratórios, fábricas, escritórios e campo, nós conectamos pensamentos inovadores com a realidade para criar soluções que funcionam na prática para os agricultores, a sociedade e o ambiente. Em 2017, nossa divisão gerou vendas de € 5,7 bilhões. Para mais informações, visite www.agriculture.basf.com/br/pt ou em qualquer um dos nossos canais de mídia social.

Sobre a BASF

Na BASF, nós transformamos a química para um futuro sustentável. Nós combinamos o sucesso econômico com a proteção ambiental e responsabilidade social. O Grupo BASF conta com aproximadamente 114 mil colaboradores que trabalham para contribuir com o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e países do mundo. Nosso portfólio é organizado em 5 segmentos: Químicos, Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Petróleo e Gás. A BASF gerou vendas de mais de € 58 bilhões em 2016. As ações da BASF são comercializadas no mercado de ações de Frankfurt (BAS), Londres (BFA) e Zurich (AN). Para mais informações, acesse: www.basf.com.br.

 

Last Update 20 de Setembro de 2018