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Redefinindo o viver moderno

A cadeira na sua sala, as embalagens de alimentos da noite anterior, a tela para a qual você está olhando e a jaqueta pendurada perto da porta: os objetos que fazem parte do seu dia a dia muitas vezes passam despercebidos, assim como os materiais dos quais são feitos. Mas cada um deles conta uma história sobre design, desempenho e, cada vez mais, responsabilidade. À medida que a produção evolui do que funciona melhor hoje para o que precisamos para o amanhã, estes produtos da BASF mostram como a resposta pode ser prática e inspiradora ao mesmo tempo.

Uma boa cadeira é projetada para durar anos. Ela mantém sua forma, continua confortável e passa a fazer parte de um ambiente de forma tão natural que você deixa de perceber que ela está ali. Essa confiabilidade não é por acaso. Durante décadas, a espuma de poliuretano tornou esse conforto possível, oferecendo durabilidade e resiliência que poucos materiais conseguem igualar. Mas nem mesmo a melhor cadeira dura para sempre. Um dia, ela chega ao fim de sua vida útil. E então, o que acontece?

Até agora, a maioria dos móveis estofados acabava em aterros, porque a espuma convencionalmente usada em seu interior representa um grande desafio para a reciclagem. Ela não pode simplesmente ser derretida e reutilizada. Pode ser triturada e prensada novamente, mas o resultado é um material muito inferior e com pouquíssimas aplicações. A decomposição química funciona em teoria, mas geralmente é cara demais na prática. Como consequência, bilhões de sofás, cadeiras e colchões acabam em lixões todos os anos.

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Com toque macio, aparência refinada e desempenho duradouro, os materiais com aspecto de couro se tornaram sinônimo de qualidade e conforto. No entanto, sua produção pode estar associada a uma pegada ambiental significativa, especialmente quando envolve solventes orgânicos, que podem liberar substâncias nocivas durante a fabricação.

É nesse contexto que o Haptex® da BASF oferece uma resposta mais voltada para o futuro. Este couro sintético de poliuretano é produzido sem solventes orgânicos e atende a padrões de baixo VOC, ajudando a reduzir emissões nocivas e o consumo de água durante a fabricação, além de contribuir para materiais mais seguros em aplicações semelhantes ao couro.

Igualmente importante, ele não exige que designers ou consumidores abram mão de desempenho ou estética: o Haptex oferece características premium, como toque macio, durabilidade, propriedades retardantes de chama e versatilidade. Também pode ser usado em uma ampla variedade de produtos, de móveis e interiores automotivos a bolsas, jaquetas, bonés, cintos e acessórios.

Todo móvel bem projetado começa com uma decisão sobre materiais: do que ele é feito e o que essa escolha sinaliza sobre o futuro.

O bambu oferece um ponto de partida promissor. É uma das plantas de crescimento mais rápido do planeta, naturalmente renovável e surpreendentemente resistente. Mas, como recurso natural, não é inesgotável e, sozinho, não consegue atender plenamente ao desempenho, à precisão e à durabilidade esperados no design de móveis contemporâneo.

É aqui que o Acrodur® da BASF está criando mudança no mercado. Como um sistema aglutinante à base de água, o Acrodur permite o uso de bambu e outras fibras naturais para formar compósitos de alto desempenho, leves, finos e robustos o suficiente para aplicações cotidianas em móveis. Desenvolvido para a circularidade, ele viabiliza compósitos de fibras naturais com mais de 75% de conteúdo natural, sem solventes nocivos ou formaldeído, e com baixas emissões de VOC.

Em colaboração com a marca de design XUE, este projeto inovador tornou possível a Future Chair: uma cadeira de compósito à base de bambu que combina materiais sustentáveis e intenção de design contemporâneo em um objeto único e funcional. Mais do que um conceito, ela demonstra como a ciência dos materiais pode elevar recursos naturais a soluções escaláveis, prontas para o design e em formato premiado. Na Maison Shanghai 2025, a cadeira recebeu o prêmio Gold na Golden Axe China Home Furnishing Product Innovation Competition, reforçando como ciência dos materiais e ambição de design podem trabalhar lado a lado para redefinir o mobiliário moderno.

No momento em que você aperta o play, tudo ganha vida. As cores parecem intensas, nítidas, quase reais. Seja assistindo a um filme, mergulhando em um jogo ou simplesmente navegando pela tela, a experiência funciona de forma fluida, vívida e envolvente. Mas por trás desse brilho existe uma tecnologia discreta fazendo o trabalho pesado.

Durante anos, as telas com cores mais vibrantes dependeram de materiais contendo metais pesados, como cádmio e chumbo. Embora eficazes, essas substâncias trazem preocupações ambientais e de saúde.

Hoje, a BASF oferece duas soluções complementares livres de metais pesados, cada uma projetada para necessidades diferentes. A primeira, QDYES™, é voltada para aplicações em displays, permitindo uma gama de cores mais ampla por meio de sua estreita largura de banda de emissão, trazendo cores mais ricas e precisas para as telas. A segunda, a tecnologia de conversão de cor Sunvue®, concentra-se em aplicações de iluminação, convertendo luz LED azul em luz branca de alta qualidade, com baixo teor de luz azul e alta reprodução de cores (CRI).

Iluminação Sunvue com baixa luz azul: reinventando a iluminação LED

Ambas as soluções eliminam a necessidade de materiais perigosos. Em aplicações de display, QDYES oferece uma alternativa mais limpa, sem metais pesados. Enquanto isso, Sunvue permite uma conversão de cor eficiente sem camadas adicionais de barreira, ajudando a simplificar a produção e reduzir a complexidade do sistema.

QDYES continua evoluindo: em 2025, seu desempenho foi ainda mais aprimorado, alcançando um aumento de mais de 10% na eficiência luminosa.

Assim, as cores que você ama permanecem tão vívidas quanto sempre foram. O que muda para melhor é a forma como elas são produzidas.

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